Método de análise da saúde pública nos municípios brasileiros, usando fontes de dados dados públicas e oficiais
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Como Citar

Eidi Nita, M., Mussolino, F., Vaz, P., Riveros, B., & Ms Tolentino, A. C. (2023). Método de análise da saúde pública nos municípios brasileiros, usando fontes de dados dados públicas e oficiais. JORNAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E FARMACOECONOMIA, 1(s. 1). https://doi.org/10.22563/2525-7323.2016.v1.s1.p.37

Resumo

Objetivos: Apresentar método para análise da saúde pública dos municípios brasileiros, a partir do uso de fontes públicas e oficiais, através do caso do Rio de Janeiro. Métodos: Levantar informações referentes à população, cobertura de planos de saúde, financiamento público, e atendimentos prestados à população para cada um dos municípios brasileiros através de dados secundários e oficiais, sendo eles: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde) e DATASUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - SUS), respectivamente. Resultados: A cidade do Rio de Janeiro representa 3% da população brasileira com 6,4 milhões de habitantes. Enquanto o Brasil possui 25% da população com planos de saúde, o município do Rio de Janeiro possui 54%. Considerando a obrigatoriedade de investimento mínimo de 15% de suas receitas pelos municípios brasileiros, o Rio de Janeiro investe 17,9%, e está abaixo da média Brasil de 21,4%. 63% das despesas do Rio de Janeiro são para Assistência Hospitalar e Ambulatorial, seguida por 30% para a Atenção Básica e 2% para subfunções administrativas, dentre outras. Em 2014 foram 9 milhões de brasileiros hospitalizados no SUS, enquanto no Rio de Janeiro foram 312 mil, ou seja, enquanto o Brasil possui 59,2 hospitalizados por mil habitantes no possuem acesso exclusivo ao SUS, o Rio de Janeiro possui 104,9. 83% das hospitalizações no Rio de Janeiro são de seus próprios munícipes. Conclusão: Associadas essas informações permitirão identificar necessidades, dificuldades de acesso e oportunidades de melhoria, a fim de definir estratégias de ampliação de acesso e organização da rede prestadora de serviços, que irão implementar melhorias nas ações e serviços em saúde.

 

https://doi.org/10.22563/2525-7323.2016.v1.s1.p.37
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