Análise do perfil epidemiológico dos pacientes que utilizam imatinibe em hospital de grande porte
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Como Citar

Oliveira da Costa Tavares, R. V., Oliveira de Melo Candeia, G. L., Serafim do Nascimento Dimech, A. T., & Arimatea Rocha Filho, J. (2023). Análise do perfil epidemiológico dos pacientes que utilizam imatinibe em hospital de grande porte. JORNAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA E FARMACOECONOMIA, 1(s. 1). https://doi.org/10.22563/2525-7323.2016.v1.s1.p.8

Resumo

 Introdução: O mesilato de imatinibe é um inibidor da proteína tirosino-quinase, muito utilizado no tratamento da leucemia mielóide crônica (LMC), que é caracterizada por uma alteração no material genético das células responsáveis por dar origem a todos os componentes do nosso sangue. A eficácia desse fármaco é baseada nas taxas globais de resposta hematológica e citogenética e na sobrevida livre de progressão desse tipo de leucemia na fase crônica, precisando-se definir a duração dessas respostas, visto que houve uma identificação de resistência da LMC ao Imatinibe. Metodologia: O estudo foi realizado na farmácia ambulatorial do Hospital das Clínicas-UFPE, através da coleta e avaliação de dados dos processos de 17 pacientes que utilizam mesilato de imatinibe nas concentrações de 100 e 400mg durante o ano de 2015. Resultados e Discussão: Dos 17 processos analisados 60% foram pacientes do sexo masculino e 40% do sexo feminino, com faixa etárias de 20 a 31 anos (20%), 32 a 41 anos (6%), 42 a 61 anos (34%) e de 62 a 70 anos (40%). Em relação à patologia, foram encontrados 3 diferentes diagnósticos, sendo leucemia mielóide crônica (60%), tumor de estroma gastrointestinal (30%), e neoplasia maligna do estômago (10%). As concentrações analisadas foram as de 400mg (90%) e a de 500mg (10%). Conclusão: No presente estudo, concluímos que os pacientes do sexo masculino obtiveram maior percentagem que o de sexo feminino e a faixa etária de maior incidência foi a de 62 a 70 anos, estando de acordo com alguns estudos internacionais. A patologia que se destacou foi a leucemia mielóide crônica, como esperado segundo está descrito na literatura científica.

https://doi.org/10.22563/2525-7323.2016.v1.s1.p.8
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